<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-34269767</id><updated>2011-04-21T18:44:26.610-07:00</updated><category term='História'/><category term='Pré-história'/><category term='índios'/><title type='text'>História de Upanema</title><subtitle type='html'>Nossa vida, nossa história</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://historiadeupanema.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34269767/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiadeupanema.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Silva Júnior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06684499701887533055</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_RGYqBF_iX5w/SJ24uPEnHPI/AAAAAAAAEa8/7-IRtDG5fd4/s1600-R/zoomer.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>16</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34269767.post-9119925954637469201</id><published>2007-05-22T19:38:00.000-07:00</published><updated>2007-05-22T19:42:16.562-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pré-história'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='índios'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História'/><title type='text'>PRÉ-HISTÓRIA UPANEMENSE</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Desde há muito tempo este território foi habitado, provavelmente tendo chegado os primeiros índios a esta região no período Formativo da pré-história da América.&lt;br /&gt;O município de Upanema possui atualmente dois sítios arqueológicos catalogados pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) como também pelo NEA (Núcleo de Estudos Arqueológicos) da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte – UERN. São os sítios de Umarí e do Riacho Fundo.&lt;br /&gt;No sítio de Umarí foram encontradas gravuras rupestres na “Pedra do Sino” (tem esse nome devido ao som que é emitido ao se bater nela com algum objeto), sendo difícil à identificação de suas figuras, isto porque além da degradação natural, esse local tem sido alvo de “vândalos”, o que se constitui uma verdadeira ameaça contra o nosso patrimônio histórico e sendo este um dos fatores que estão contribuindo para o desaparecimento dessas pinturas. O grau de integridade das figuras está em cerca de 25% de acordo com o NEA. As figuras se encontram em formações rochosas soltas no meio da caatinga, em uma propriedade particular, e localizadas bem próximas ao rio Upanema.&lt;br /&gt;Em relação ao outro sítio arqueológico, o do Riacho Fundo, as pinturas se encontram, de certa forma, protegidas pela própria natureza visto que o local é de difícil acesso, mas ainda sim exposto à decomposição por fatores naturais como sol, chuva e etc. As pinturas estão localizadas no chamado “Serrotão” (uma formação rochosa com cerca de 100 metros de altitude no meio da caatinga). O sítio também está localizado em uma propriedade particular, bem próximo à barragem de Umarí. Ainda segundo o NEA, o grau de integridade dessas gravuras varia entre 25% e 75%. Próximo ao Serrotão, onde são encontradas as principais gravuras, existem outras formações rochosas que também contêm gravuras, mas, em menor número.&lt;br /&gt;Os motivos da arte rupestre são em geral, bastante variados. Alguns grupos utilizaram o motivo geométrico que representa traços, círculos etc., como é o caso do sítio Santa Maria, que esta no território de Campo Grande, no limite com Upanema. Lá encontramos vários pontos feitos na pedra representando possivelmente uma espécie de calendário. Existe também o chamado motivo figurativo que representam animais, pessoas, objetos etc.&lt;br /&gt; No sítio Riacho Fundo, encontramos tanto os motivos geométricos como o figurativo que aparece em maior número. Essas gravuras são bem legíveis, destacando-se uma espécie de barco, figuras humanas e também de animais além de muitos símbolos não identificáveis. (Ver anexos, figuras 1, 2 e 3)&lt;br /&gt;Não se sabe ao certo quem são os autores dessas gravuras rupestres nem as datas em que foram feitas. O mais provável é que, devido à diferença de gravuras e estilos, vários grupos as tenham feitas ao longo de centenas ou quem sabe milhares de anos. A se ter uma idéia, os sítios de Umarí, Riacho Fundo e Santa Maria se encontram relativamente próximos uns dos outros, mas em nenhum encontramos gravuras semelhantes. Uma outra possibilidade que vem sendo levantada é sobre terem sido os índios os autores de algumas delas, pois demonstram terem menos de quinhentos anos. Isto só poderá ser esclarecido somente com maiores pesquisas.&lt;br /&gt;É importante destacar que se faz necessário nesses sítios arqueológicos uma preservação sistemática e também preventiva. Não podemos deixar que este nosso patrimônio histórico seja dilapidado. Para isso, uma alternativa viável seria o desenvolvimento do potencial turístico desses sítios arqueológicos visto que, devido à proximidade dos sítios com a Barragem de Umarí, pode-se, facilmente, elaborar um bom roteiro turístico e transformar Upanema em um ponto turístico da região, como acontece em outras cidades. Para isso, precisa-se de políticas públicas voltadas para a preservação destes sítios, caso contrário, eles serão destruídos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34269767-9119925954637469201?l=historiadeupanema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historiadeupanema.blogspot.com/feeds/9119925954637469201/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34269767&amp;postID=9119925954637469201' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34269767/posts/default/9119925954637469201'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34269767/posts/default/9119925954637469201'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiadeupanema.blogspot.com/2007/05/pr-histria-upanemense.html' title='PRÉ-HISTÓRIA UPANEMENSE'/><author><name>Silva Júnior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06684499701887533055</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_RGYqBF_iX5w/SJ24uPEnHPI/AAAAAAAAEa8/7-IRtDG5fd4/s1600-R/zoomer.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34269767.post-116913451731869671</id><published>2007-01-18T07:32:00.000-08:00</published><updated>2007-01-18T07:35:17.346-08:00</updated><title type='text'>Chega o homem branco: o Curral da Várzea e a Rua da Palha</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A fixação dos primeiros povoadores brancos em Upanema é, portanto, igual modo, fruto dá expansão, no século XVIII, da pecuária extensiva que vai colonizar o sertão do nosso Estado. É aí que sesmeiros e posseiros vão passar a residir por estas terras, graças ao ciclo do gado. Exemplo disso são os topônimos que ainda hoje dão nome a várias cidades e localidades do Estado como Currais Novos, Pau dos Ferros, Campo Grande e a primeira denominação que Upanema vai receber: o chamado Curral da Várzea, demonstrando claramente a importância da pecuária na região. “Assim, ao fechar-se o século XVIII, todo o território da capitania do Rio Grande estava povoado pelos colonizadores e as bases de sua estrutura econômica, social e política haviam sido implantadas”. (MONTEIRO, 2002, P. 121).&lt;br /&gt;Com o crescimento do povoado, apesar de muito lento, também foi se descobrindo pelos moradores a utilidade de um outro produto muito abundante na região, a carnaúba (copernicia cerifera) que com sua palha e madeira eram feitos os telhados de suas casas. Os moradores por sua vez, sempre homenageando o que aparentemente lhe ajuda, passam a chamar a povoação de Rua da Palha. É preciso que esqueçamos o que entendemos hoje em dia por rua, pois não condiz com a histórica Rua da Palha que nada mais era do que algumas casas, de certa forma distantes umas das outras, mas alinhadas, o que a época já era considerada uma rua, pois de uma casa dava para ver a outra.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34269767-116913451731869671?l=historiadeupanema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historiadeupanema.blogspot.com/feeds/116913451731869671/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34269767&amp;postID=116913451731869671' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34269767/posts/default/116913451731869671'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34269767/posts/default/116913451731869671'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiadeupanema.blogspot.com/2007/01/chega-o-homem-branco-o-curral-da-vrzea.html' title='Chega o homem branco: o Curral da Várzea e a Rua da Palha'/><author><name>Silva Júnior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06684499701887533055</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_RGYqBF_iX5w/SJ24uPEnHPI/AAAAAAAAEa8/7-IRtDG5fd4/s1600-R/zoomer.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34269767.post-116848084451464481</id><published>2007-01-10T17:57:00.000-08:00</published><updated>2007-01-10T18:00:44.533-08:00</updated><title type='text'>Primeiros habitantes: os índios</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Os primeiros habitantes da região que hoje corresponde ao município de Upanema foram os índios tapuias (de língua travada), da nação dos Tarairius e da tribo Pegas. Os tapuias habitavam o interior de praticamente todo o nordeste, desde a Bahia até os sertões de estados como Ceará, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte. Dividiam-se em várias tribos e grupos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;“Os mais abalizados estudos apresentam como tendo pertencido ao grupo TARAIRIÚ, as seguintes tribos tapuias, muito citadas em nossa historiografia nordestina do período colonial: JANDUÍS, ARIÚS, ou PEGAS (liderados pelo “rei” Pecca), SUCURUS, CANINDÉS, JENIPAPOS, PAIACUS, PANATIS, JAVÓS, CAMAÇUS, TUCURIJUS, ARARIÚS, COREMAS”. (MEDEIROS FILHO, 2003, p. 41).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Outros nomes também são atribuídos aos nossos Pegas como Ariús, Ariás, Uriús e Ária. Eles habitavam desde as imediações do Vale do Açu até o Seridó. Há relatos de passagem dos Pegas também por cidades da Paraíba como Catolé do Rocha, Pombal e Patu que pertencia a Paraíba.&lt;br /&gt;Baseado em antigos cronistas, Olavo de Medeiros Filho faz uma descrição apurada da aparência física dos tapuias e alguns de seus usos e costumes. Segundo ele:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;“...Aqueles tapuias eram muito robustos, dotados de incrível força física. Possuíam uma cor atrigueirada, “um espessa pele bruna”. As mulheres eram consideradas bonitas de cara apresentando-se gordas e grossas. O olhar selvagem dos tapuias impressionava os cronistas. Possuíam as cabeças grandes e largas.....Em tais cabeças, encontra-se a origem dos “cabeças chatas” nordestinos.... seus cabelos eram pretos, espessos e ásperos..... Andavam inteiramente nus; apenas os homens atavam um cendal às suas partes genitais, e as mulheres usavam uma espécie de avental em torno dos quadris, confeccionado de folhas frescas. Os tapuias pintavam-se à maneira dos demais silvícolas: com tintas extraídas do jenipapo e do urucu. Portavam lindas penas de aves, introduziam ossos, penas, pedras e pedaços de madeira nas orelhas, narizes, bochechas e lábios. Calçavam sandálias, feitas da casca de uma árvore chamada caraguatá. Depilavam-se, inclusive as sobrancelhas”. (MEDEIROS FILHO, 2003, P. 41-42).&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Alguns historiadores também relatam que os tapuias praticavam o endocanibalismo que é a antropofagia praticada com relação aos membros do próprio grupo, mas também eram adeptos da antropofagia para com os inimigos. Quando algum dos seus adoecia, eles sabiam utilizar as ervas medicinais que retiravam da natureza para tentar a cura, mas se esta não fosse possível, eles se despediam do doente e o matavam. Não escapava nada do cadáver, tudo era devorado com apetite voraz: além da carne, os ossos e até os cabelos eram comidos. O básico da alimentação desses índios era a caça e pesca além da extração ou coleta de produtos naturais não cultivados como o mel, raízes e ervas. Quando uma mulher dava a luz, era cozido o umbigo e a placenta e depois comidos. Caso desse a luz a uma criança morta, esta também servia de alimento.&lt;br /&gt;Os nossos índios eram também adeptos da poligamia, ou seja, tinham mais de uma mulher ao mesmo tempo, chegando alguns, a terem mais de cinqüenta.&lt;br /&gt;Por sua vez, devido à aspereza da vida nos sertões, as constantes guerras, sejam contra o homem branco ou contra tribos rivais, as crianças tinham que se adaptar rapidamente ao ambiente. Por isso, as crianças começavam a andar por volta dos dois meses de idade. É ainda nesse período que vão aprender a nadar, sendo jogados na água! Treinados desde muito cedo, os tarairiús eram temidos até mesmo pelas outras tribos devido a sua ferocidade sem igual. “Os tarairiús igualavam-se às feras, na velocidade do correr, atividade a que podiam se dedicar um dia inteiro. Às vezes, carregavam sobre os ombros um tronco de carnaúba, correndo com o mesmo três ou quatro léguas sem descansar”. (MEDEIROS FILHO, 2003, P. 47).&lt;br /&gt;Não usavam o arco e flecha e sim, dardos envenenados lançados com uma espécie de canudo, e com o menor arranhão em seus oponentes vinham a causar a morte. Outra arma que utilizavam era um tipo de tacape, um pau pesado, mais grosso em uma das extremidades. No período da Guerra dos Bárbaros ou Guerra do Açu, a relatos de índios utilizando já armas de fogo. (ver figuras 4 e 5).&lt;br /&gt;De um modo geral, os índios eram nômades, ou seja, não tinham moradias fixas. Isto descarta a antiga história difundida em nosso município que eles habitavam a Baixa das tropas, hoje sítio Lagoa Vermelha. Se eles habitaram lá, foi por um breve período de tempo pois, como eles não tinham moradias fixas eles andavam por toda a região, se prendendo por um curto período de tempo onde as condições fossem mais propícias, ou seja, locais que tivessem abundância de caça, pesca e extrativismo como a coleta de mel, frutos e raízes, visto que eles não praticavam regularmente a agricultura. Isso pode ser facilmente explicado pelas intempéries do clima da região, sempre sujeito a secas, o que os obrigava a uma constante busca de água e alimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;“...Não tinham aldeias nem casas ordenadas, passando a vida completamente ao ar livre. Mudavam frequentemente de acampamento, ao sabor das contingências alimentares. Os tapuias evitavam as marchas noturnas, com medo de cobras e serpentes, somente iniciando suas viagens após haver o sol desfeito o orvalho dos campos. Nos meses de novembro, dezembro e janeiro, quando o caju começava a madurecer, eles vinham para o litoral, pois eram raros os cajueiros no sertão....... Os tarairiús levantavam ramadas, em forma de um V invertido, com a finalidade de servirem de abrigo contra o sol ardente ou a chuva. À noite faziam imensas fogueiras, ao longo das quais estendiam suas redes para se aquecerem.... Quando acampados, procuravam iniciar o dia com um banho de rio, após o que esfregavam-se com areia grossa, banhando-se novamente em seguida..... Por ocasião das mudanças de acampamento, tomavam a medida de atear fogo ao mesmo......As mulheres e crianças transportavam as armas, as bagagens e os trastes...... Chegando ao local destinado ao novo acampamento, iam os tapuias cortar arvores, cravando os galhos e ramagens à beira dos rios para desfrutarem da sombra. Os homens saiam a apanhar peixes, ou para a caça e recolher o mel silvestre, enquanto as velhinhas dedicavam-se ao fabrico da farinha e seus pães. As mulheres cuidavam das lides culinárias, preparando as comidas e bebidas”. (MEDEIROS FILHO, 2003, P. 48-49).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Com o desenvolvimento da pecuária extensiva e sua expansão para o sertão da província, o Tapuia, que era temido pelo homem branco devido a sua ferocidade, força e velocidade, se tornou um empecilho para a colonização e o incremento dos criatórios de gado, haja vista que os índios não aceitavam facilmente a presença dos brancos.&lt;br /&gt;Era preciso desocupar o território, pois:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;“O gado bovino era essencial para os engenhos açucareiros da Zona da Mata nordestina: além de fornecer alimento para a população que se concentrava na faixa litorânea, era a força motriz dos primitivos engenhos. Como as terras dessa faixa eram ocupadas preferencialmente com a lavoura da cana-de-açúcar, fonte da riqueza de então, a criação de gado foi se interiorizando cada vez mais e acabou se tornando a principal atividade econômica das terras secas situadas sertão adentro”. (MONTEIRO, 2002. Pág. 100)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Os índios estavam causando danos, matando os colonizadores e vaqueiros da mesma forma matando o gado que pensavam se tratar de caça. A solução encontrada foi à eliminação dos nativos que se opusessem aos interesses dos colonizadores, pela força, morte ou rendição.&lt;br /&gt;Os indígenas reagiram o que deflagrou o conflito que ficou conhecido como a Guerra dos Bárbaros ou Guerra do Açu no final do século XVII e que se prolongou até a década de 20 do século XVIII. Foi aí onde os últimos pegas da nossa região ou foram mortos, capturados, aldeados ou fugiram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;“A Guerra dos Bárbaros teve seu início no ano de 1683, sendo o seu epicentro a Capitania do Rio Grande. Como conseqüência de tal guerra, milhares de tapuias foram degolados, suas mulheres e crianças tornadas prisioneiras....... Outros milhares abrigaram-se junto as missões religiosas, escapando à morte ou à escravidão. Os que puderam, fugiram para o Piauí e Maranhão”. (MEDEIROS FILHO, 2003, P. 56).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Os últimos Pegas ficaram na Aldeia da Serra de Ibiapaba, em Viçosa no Ceará. Aldeia da Campina Grande na atual cidade de Campina Grande, na Paraíba. Aldeia dos Pegas que corresponde hoje ao município de Pombal na Paraíba. Aldeia Sant’Ana do Mipibu, atual São José do Mipibu no Rio Grande do Norte e na Missão dos Pegas localizadas na Serra de João do Vale no atual município de Belém do Brejo do Cruz na Paraíba.&lt;br /&gt;Deste modo, após uma intensa miscigenação, os últimos Pegas vão desaparecer do nosso estado. Em 2000, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrou a presença de 3168 Índios no Rio Grande do Norte. Em Upanema, quatro pessoas se declararam índios. (Censo 2000 – IBGE).&lt;br /&gt;É a partir deste momento, segunda metade do século XVIII, que os primeiros homens brancos começaram a se fixar de forma mais fácil e gradual em nossa região, pois, não existia mais o índio bravio para impedi-los.&lt;br /&gt;Em Upanema não foram encontrados vestígios indígenas de grande importância, mas alguns locais de possíveis passagens dos índios ainda precisam serem melhor estudados, como os sítios Riacho Fundo, Umarí e Santa Maria.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34269767-116848084451464481?l=historiadeupanema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historiadeupanema.blogspot.com/feeds/116848084451464481/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34269767&amp;postID=116848084451464481' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34269767/posts/default/116848084451464481'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34269767/posts/default/116848084451464481'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiadeupanema.blogspot.com/2007/01/primeiros-habitantes-os-ndios.html' title='Primeiros habitantes: os índios'/><author><name>Silva Júnior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06684499701887533055</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_RGYqBF_iX5w/SJ24uPEnHPI/AAAAAAAAEa8/7-IRtDG5fd4/s1600-R/zoomer.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34269767.post-116550803530437040</id><published>2006-12-07T08:08:00.000-08:00</published><updated>2006-12-07T08:13:55.320-08:00</updated><title type='text'>LEIA O CORDEL DE EVALDO COM EXCLUSIVIDADE</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;TÍTULO: DOIS ALCOÓLATRAS CONVICTOS&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;Autor: Antonio Evaldo Wanderley Rocha&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;APRESENTAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O leitor terá a oportunidade de ler mais um trabalho literário do estudante Antonio Evaldo Wanderley Rocha. Seu primeiro cordel foi “Homenagem ao pai”, cujo conteúdo é o relato da história da bravura do velho José Severino da Rocha (pai) que nada temia e por isso enfrentou de uma só vez seis homens que zombavam dele pelo fato de ser mudo.&lt;br /&gt;“Dois alcoólatras convictos” relata a história de “Bafo de Cachaça” e “Suor de Cana”, João e Pedro, respectivamente. Ganharam estes apelidos pela razão de viverem “fora do ar” constantemente e arrotarem a “malvada” a todo instante.&lt;br /&gt;O texto é de fácil compreensão e termina com a trajetória final dos protagonistas da história e uma lição moral acerca do uso abusivo do álcool.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Francisco Xavier Gondim - Professor de Língua Portuguesa da Escola Estadual “José Calazans Freire”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Caro leitor nordestino&lt;br /&gt;É grande a satisfação&lt;br /&gt;Que embrulha o intestino&lt;br /&gt;Solta no peito o coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enche a barriga de alegria&lt;br /&gt;Caem as lágrimas de emoção&lt;br /&gt;Por que vou contar a história&lt;br /&gt;Dos cabras lá do sertão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Feios pela genética&lt;br /&gt;Medrosos de natureza&lt;br /&gt;Alcoólatras por faltar ética&lt;br /&gt;Discípulos da pobreza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João “Bafo de Cachaça”&lt;br /&gt;E Pedro “Suor de Cana”&lt;br /&gt;Viviam na desgraça&lt;br /&gt;Da sociedade mundana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me bate um calafrio&lt;br /&gt;Ao falar destes “malditos”&lt;br /&gt;Pois escapei por um fio&lt;br /&gt;Do causo aqui descrito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bafo de Cachaça fazia&lt;br /&gt;De tudo pra beber&lt;br /&gt;Até as cuecas vendia&lt;br /&gt;Preste atenção, vou dizer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que do suor de cana&lt;br /&gt;Também não posso esquecer&lt;br /&gt;Faltando ficava de cama&lt;br /&gt;Chorando feito um bebê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou falar num instante&lt;br /&gt;Que João até parecia&lt;br /&gt;Um alambique ambulante&lt;br /&gt;Escute o que ele fazia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arrotava cachaça enlatada&lt;br /&gt;Isto ninguém merecia&lt;br /&gt;Bufava cana engarrafada&lt;br /&gt;Maldito o ar poluía.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desgraçado do Pedro&lt;br /&gt;Não ficava para trás&lt;br /&gt;Chegava botava medo&lt;br /&gt;Pois ele era capaz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Suava pura caninha&lt;br /&gt;Um odor de satanás&lt;br /&gt;Pitu em forma de gotinha&lt;br /&gt;Mijava aquele rapaz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando passavam na rua&lt;br /&gt;Causavam muita aflição&lt;br /&gt;Ninguém riscava fósforo&lt;br /&gt;O cigarro aceso na mão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amassavam depois engoliam&lt;br /&gt;Com medo de uma explosão&lt;br /&gt;Temidos mais que Bin Laden&lt;br /&gt;Viva, viva o Afeganistão!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bafo e suor de cana&lt;br /&gt;Eram pobres de lascar&lt;br /&gt;Não tinham nenhum real&lt;br /&gt;Bebiam sem nada pagar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passavam o dia bebendo&lt;br /&gt;A noite lá no “Spar”&lt;br /&gt;Vendo o sol nascer quadrado&lt;br /&gt;Com uma ressaca de matar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certo dia da semana&lt;br /&gt;Na churrascaria Encanto&lt;br /&gt;Bebia cerveja e cana&lt;br /&gt;Também nunca foi santo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando chegaram o dois&lt;br /&gt;Pedindo uma ao gerente&lt;br /&gt;Que disse: voltem depois&lt;br /&gt;Daqui sete anos pra frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saíram tão perturbados&lt;br /&gt;Sem ter o que tomar&lt;br /&gt;Como “Teixeira do Rádio”&lt;br /&gt;E ouvindo “Amado” cantar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então João olhou para Pedro&lt;br /&gt;Dizendo vamos agora apelar&lt;br /&gt;Um cochichando para o outro&lt;br /&gt;Nada mais pude escutar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saí correndo apertado&lt;br /&gt;Imprensando o cabeção&lt;br /&gt;Deixei os dois pares sentados&lt;br /&gt;Pedro a falar com João.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós vamos é pra cadeia&lt;br /&gt;Esse assalto não dá certo&lt;br /&gt;Calma, que tenho uma idéia&lt;br /&gt;Calma, que o plano é perfeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João, não temos nada&lt;br /&gt;Nem armas e nem capuz&lt;br /&gt;Já me sinto na cela apertada&lt;br /&gt;Comendo só mortadela e cuscuz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedro, faça o que digo&lt;br /&gt;Deixe de aperreio, abestado!&lt;br /&gt;Pois tenho aqui comigo&lt;br /&gt;Um par de trinta e oito zerado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora João não esconda, me diga&lt;br /&gt;Desde quando anda armado&lt;br /&gt;Não tens um centavo pra pinga&lt;br /&gt;De onde roubou os zerados?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto não lhe interessa&lt;br /&gt;Você quer ou não quer beber?&lt;br /&gt;“Havia”, que estou com pressa&lt;br /&gt;Se eu não beber vou morrer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedro, vai lá pra fora&lt;br /&gt;Que eu vou a luz apagar&lt;br /&gt;Eu grito quando for hora&lt;br /&gt;Pra janela tu pular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com essa lanterna na mão&lt;br /&gt;Tu vai entrar e acender&lt;br /&gt;Na cara do gerente bufão&lt;br /&gt;Que não irá nos reconhecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isto eu estava&lt;br /&gt;Relaxando no banheiro&lt;br /&gt;Sem fila, sem pressa ficava&lt;br /&gt;Toda a cerveja do joelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o desgraçado do João&lt;br /&gt;Apagou foi a chave geral&lt;br /&gt;E eu naquela escuridão&lt;br /&gt;Já tava passando mal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi quando então começou&lt;br /&gt;Ouvi um grito lá de fora&lt;br /&gt;Isto é um assalto, doutor&lt;br /&gt;Passe tudo e sem demora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eu que fui ao banheiro&lt;br /&gt;A fim então de mijar&lt;br /&gt;O medo é tão traiçoeiro&lt;br /&gt;Que a necessidade vem já.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando pensei em tirar&lt;br /&gt;Já não havia mais tempo&lt;br /&gt;Pois a minha roupa&lt;br /&gt;Estava repleta de excremento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eu já encabulado&lt;br /&gt;Barruei no zelador&lt;br /&gt;Lembrei do meu estado&lt;br /&gt;Saí correndo pelo corredor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abri a porta errada&lt;br /&gt;Fui parar lá no porão&lt;br /&gt;Desci rolando na escada&lt;br /&gt;E meti a cara no chão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estava eu desmaiado&lt;br /&gt;E o assalto corria à tona&lt;br /&gt;João muito bem armado&lt;br /&gt;Gritava passe a cana!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cana! Vamos roubar é cachaça?&lt;br /&gt;Pensei que fosse dinheiro&lt;br /&gt;Já estava vendo até Graça&lt;br /&gt;Comigo lá no estrangeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Graça é quenga e não presta&lt;br /&gt;Pegue logo esta pitu&lt;br /&gt;Coloque dez litros na cueca&lt;br /&gt;E corre pra Baixa de Tatu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estás confundindo, amigão&lt;br /&gt;Eu nem sou deputado&lt;br /&gt;Nem sei o que é mensalão&lt;br /&gt;Tu estás é precipitado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olha, o cuecão não é meu&lt;br /&gt;E vou logo lhe avisando&lt;br /&gt;Nunca vi dólar, amigo meu&lt;br /&gt;Por que estás me acusando?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Largue de ser burro, jumento&lt;br /&gt;Deixe de falar besteira&lt;br /&gt;E pare de tremer um momento&lt;br /&gt;Sente aqui nesta cadeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De tanto tu resmungar&lt;br /&gt;Estou é ficando rouco&lt;br /&gt;Você não pára de suar&lt;br /&gt;Eu vou já é ficar louco!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coloque logo a cachaça&lt;br /&gt;Em cima deste balcão&lt;br /&gt;Levante e pegue a caixa&lt;br /&gt;Leve a lanterna na mão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque se ele se mexer&lt;br /&gt;O mando lá pro inferno&lt;br /&gt;Vais visitar pode crer&lt;br /&gt;Lampião, o “eterno”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De onde João tirou, rapaz&lt;br /&gt;Tanta coragem assim?&lt;br /&gt;Está se mostrando capaz&lt;br /&gt;Um cara mau, muito ruim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas foi por pouco tempo&lt;br /&gt;O gerente começou a falar&lt;br /&gt;Esta catinga eu me lembro&lt;br /&gt;Este fedor de matar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está generalizado&lt;br /&gt;Já sei, é Pedro e João&lt;br /&gt;Ah! malditos desgraçados&lt;br /&gt;Quase me matam do coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João tremia, coitado&lt;br /&gt;E Pedro afoito gritou&lt;br /&gt;Atire neste safado&lt;br /&gt;Em mim não – o zelador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que acendeu uma lanterna&lt;br /&gt;Bem na cara de João&lt;br /&gt;Poderia atirar-lhe na perna&lt;br /&gt;Mas riu com a situação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João estava parado&lt;br /&gt;Acredite se quiser&lt;br /&gt;Ele nem estava armado&lt;br /&gt;Chorava feito mulher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois os três oitões zerados&lt;br /&gt;Eram duas havaianas&lt;br /&gt;De número 38 e roubado&lt;br /&gt;De sua irmã, dona Ana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta hora Pedro e João&lt;br /&gt;Meteram o pé na carreira&lt;br /&gt;Naquela grande escuridão&lt;br /&gt;O que foi de mesa e cadeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram parar lá na rua&lt;br /&gt;Os dois levaram no peito&lt;br /&gt;E no clarão da rua&lt;br /&gt;O gerente virou prefeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chamou logo a polícia&lt;br /&gt;E disse: cana neles&lt;br /&gt;Não quero ver malícia&lt;br /&gt;Corte a alimentação deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cana, sim! Quero muito&lt;br /&gt;Cinco litros só pra mim&lt;br /&gt;João, jamais seremos defuntos&lt;br /&gt;Vamos beber até que enfim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedro cale essa boca&lt;br /&gt;Você só fala besteira&lt;br /&gt;Tu tens é a cabeça oca&lt;br /&gt;Nós vamos é pra cadeia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eu acordei no hospital&lt;br /&gt;Só soube porque me contaram&lt;br /&gt;E desde que passei mal&lt;br /&gt;Nem bebi quando pagaram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredita se eu lhe disser&lt;br /&gt;Que tudo que me aconteceu&lt;br /&gt;Foi praga da minha mulher&lt;br /&gt;Desde que ele morreu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada mais aconteceu&lt;br /&gt;Também não vi Pedro e João&lt;br /&gt;Só soube que viajaram&lt;br /&gt;Após saírem da prisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caro amigo meu e leitor&lt;br /&gt;Escutem com atenção&lt;br /&gt;O álcool em excesso é causador&lt;br /&gt;De dependência química, irmão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso escute o que digo&lt;br /&gt;Beba com moderação&lt;br /&gt;E viva bem, meu amigo&lt;br /&gt;Com paz e amor no coração.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Antonio Evaldo da Rocha é filho de José Severino da Rocha e Luzia Lúcia Leal. É Natural de Campo Grande, tendo nascido no dia 24 de fevereiro de 1980. Concluiu o Ensino Médio pela Escola Estadual “José Calazans Freire”, em Upanema -RN e pretende prosseguir nos estudos e cursar a faculdade de Letras. É desportista defendendo o gol.&lt;br /&gt;Esta faz parte das muitas histórias que ele conhece. E não parará por aqui. Avante, Evaldo!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;FICHA:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;TÍTULO: Dois alcoólatras convictos&lt;br /&gt;AUTOR: Antonio Evaldo Wanderley Rocha&lt;br /&gt;TEMA: uso abusivo de bebidas alcoólicas&lt;br /&gt;DATAS: Composição dos versos: 2005. Publicação: 2006&lt;br /&gt;EDITOR: Jornal de Upanema&lt;br /&gt;COORDENAÇÃO DO PROJETO: Antonio Eudes B. e Silva Júnior&lt;br /&gt;ESTROFES: 60&lt;br /&gt;TIRAGEM: 500 exemplares.&lt;br /&gt;REVISÃO E APRESENTAÇÃO: Francisco Xavier Gondim. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;APOIOS:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;SECRETÁRIO GILVANDRO FERNANDES &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;UPANEMA.BLOGSPOT.COM&lt;br /&gt;JORNAL DE UPANEMA&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34269767-116550803530437040?l=historiadeupanema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historiadeupanema.blogspot.com/feeds/116550803530437040/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34269767&amp;postID=116550803530437040' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34269767/posts/default/116550803530437040'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34269767/posts/default/116550803530437040'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiadeupanema.blogspot.com/2006/12/leia-o-cordel-de-evaldo-com.html' title='LEIA O CORDEL DE EVALDO COM EXCLUSIVIDADE'/><author><name>Silva Júnior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06684499701887533055</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_RGYqBF_iX5w/SJ24uPEnHPI/AAAAAAAAEa8/7-IRtDG5fd4/s1600-R/zoomer.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34269767.post-116256118959600182</id><published>2006-11-03T05:38:00.000-08:00</published><updated>2006-11-03T05:39:49.606-08:00</updated><title type='text'>CEMITÉRIOS EM UPANEMA</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A evolução da pesquisa histórica sobre os cemitérios aqui em Upanema tem tido dificuldades, visto que as pessoas vivas desconhecem datas, fatos e detalhes sobre o assunto.Há, basicamente, três locais de cemitérios a ser pesquisados: o primeiro que vamos descrever é certamente o primeiro cemitério da cidade, quando ainda esta era dependente de Campo Grande. O seu local era por trás da Avenida Getulio Vargas, nas proximidades de “Jerônimo Variedades” e “Panificadora Dois Irmãos”, no centro da cidade. O ano de construção deve ter sido no fim do século XIX para o começo do século XX. As pessoas com quem conversamos só se lembram bem da quadra de esporte que foi construída no local deste velho cemitério.O atual cemitério, localizado na Rua José Lopes, bairro Pêgas, foi construído ainda quando Upanema pertencia ao município de Campo Grande, na década de 30.Na primeira administração de Luiz Cândido Bezerra (31.01.1970 a 30.01.1973) ele fez uma importante reforma, aumentando a parte onde está a “casinha das velas”, ampliando o local.No seu segundo mandato (1983-1986) – mandato abreviado por causa do seu falecimento - o prefeito Luiz Cândido Bezerra realizou uma pintura.Em 1986, o prefeito Antonio Targino (assumindo o cargo por causa do falecimento do titular) iluminou-o, fez a passarela e pintou todo o cemitério outra vez.Em 2003, o prefeito Jorge Luiz mudou o visual da pintura das paredes e construiu a “Praça da Saudade”, facilitando ao povo aproximação do mesmo, além de denominá-lo de “Morada da Paz”.Há um outro cemitério que faz parte da história upanemense, construído por particulares, isto é, um cemitério não-oficial. Segundo alguns populares, a família Gonçalves resolveu enterrar seus mortos em outro local, vindo a construir um cemitério só pra eles. A separação até hoje é comentada como um ato de vaidade por parte deles, visto que se constitui num apartheid dos mortos: os pobres seriam sepultados no cemitério público e os ricos, no “Cemitério dos Gonçalves”, como ficou conhecido. Hoje ainda podemos ver os escombros nas imediações do estádio “Freirão”, no bairro Pêgas.&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;Fonte: Blog de Xavier&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34269767-116256118959600182?l=historiadeupanema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historiadeupanema.blogspot.com/feeds/116256118959600182/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34269767&amp;postID=116256118959600182' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34269767/posts/default/116256118959600182'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34269767/posts/default/116256118959600182'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiadeupanema.blogspot.com/2006/11/cemitrios-em-upanema.html' title='CEMITÉRIOS EM UPANEMA'/><author><name>Silva Júnior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06684499701887533055</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_RGYqBF_iX5w/SJ24uPEnHPI/AAAAAAAAEa8/7-IRtDG5fd4/s1600-R/zoomer.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34269767.post-115921153109465532</id><published>2006-09-25T11:58:00.000-07:00</published><updated>2006-09-25T12:12:11.106-07:00</updated><title type='text'>PRIMEIRA CASA DE UPANEMA</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1291/3774/1600/primeira%20casa%20de%20upanema%20no%20dia%20que%20tava%20derrubando.0.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1291/3774/400/primeira%20casa%20de%20upanema%20no%20dia%20que%20tava%20derrubando.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;     Conhecida também pela “Casa de seu Luizinho” foi provavelmente a primeira construção erguida com tijolo cozido e barro da localidade. Construída na antiga Rua da Palha hoje Salviano Florêncio e apelidada carinhosamente de Rua Velha, estava posicionada na parte mais elevada da rua e de frente para o poente. Seguindo padrões da época não havia recursos de pilastra, laje ou concreto simples e armado. Os tijolos eram “sentados” em duplas e muito grandes. Nas soleiras das portas e janelas colocava-se como sustentação madeira. A cumeeira bastante elevada tinha a finalidade de resfriar o ambiente. Internamente as divisões dos quartos e salas eram feitas por paredes que não chegavam até o teto por ser completado por madeira que facilitava a circulação do ar. Há relatos de que sua construção foi realizada entre 1895 a 1900 e que deva ter sido construída por alguns destes pedreiros: João Afonso, João Golberto, Manoel Tertuliano, e Chico Agostinho que ficaram famosos por fazerem parte dos pedreiros que erguerem a igreja matriz de Nossa Senhora da Conceição em tijolo. Antes era de taipa e coberta com palha. Acredita-se que Joaquim Bezerra foi seu primeiro dono, homem de atitudes enérgicas, era casado com uma irmã de D. Nazaré que era esposa de seu Luizinho último morador da casa.&lt;br /&gt;     Durante muitos anos a casa de seu Luizinho, como era conhecida, foi referencial para os feirantes e estudantes dos sítios, pois a sua “latada” servia de sombra para amarrarem seus animais após a travessia do rio vindo dos sítios da região.&lt;br /&gt;     Devido infiltrações e o cupim ter atacado a madeira, no final da década de oitenta, como havia risco de desabamento, ao invés de reformarem a casa acharam melhor derruba-la! &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34269767-115921153109465532?l=historiadeupanema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historiadeupanema.blogspot.com/feeds/115921153109465532/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34269767&amp;postID=115921153109465532' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34269767/posts/default/115921153109465532'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34269767/posts/default/115921153109465532'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiadeupanema.blogspot.com/2006/09/primeira-casa-de-upanema.html' title='PRIMEIRA CASA DE UPANEMA'/><author><name>Silva Júnior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06684499701887533055</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_RGYqBF_iX5w/SJ24uPEnHPI/AAAAAAAAEa8/7-IRtDG5fd4/s1600-R/zoomer.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34269767.post-115880153357369206</id><published>2006-09-20T18:12:00.000-07:00</published><updated>2006-09-20T18:18:53.583-07:00</updated><title type='text'>UPANEMA - RIO</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Upanema é um rio, que nascendo ao pé da serra do Patu, atravessa os municípios de Augusto Severo, Caraúbas e vai desaguar no rio Mossoró, com um percurso de 190 quilômetros e tendo uma bacia de 3.500 quilômetros quadrados. É a lição de Manoel Dantas. Nestor Lima julga o curso do Upanema em 12 léguas. Já se vê que não é um riozinho de terceira classe.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não há um só mestre em tupi que ensine diferente. Todos afinam no mesmo diapasão. Upanema quer dizer água má, rio imprestável. De U, água, rio, e panema, mau, ruim, imprestável.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Francamente, não é crível ter-se o Upanema como rio imprestável, quando ele possui grande curso, larga faixa irrigatória e uma bacia de 3.500 quilômetros quadrados. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Sempre desconfiei que o nome estivesse errado e com ele, a interpretação do topônimo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os filhos do município de Campo Grande do upanema, depois vila do Triunfo e atualmente Augusto Severo, sabem de cor e salteado que o verdadeiro nome, o velho nome popular do rio, é Panema. Panema é chamado assim, nas mais antigas sesmarias, cartas-de-data, licenças eclesiásticas, provisões etc. como prova ainda visível, hoje temos o rio Barra do Panema, no município de Areia Branca e a povoação Paneminha. Do Barra do Upanema diz, com toda justiça, Nestor lima: -&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;“Não padece dúvida que esse rio chamado Barra do Panema é o antigo curso e barra do rio Upanema.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O rio Panema descoberto e povoado, no interior, ao mesmo tempo que o rio Apodi, e não lhe é inferior, nem na extensão nem no volume das águas”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Upanema bem pode ser rio imprestável e Panema significa diversamente. Não ignoro que na região amazônica “panema” é sinônimo de infeliz, atoleimado, triste, desastrado. Nós, aqui, no Nordeste, ainda chamamos “impanemado” ao individuo impaludado. Mas nada disto tem que ver com o rio Panema.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em Tupi dizemos PÉ, querendo expressar caminho, estrada, via. NEMA é adjetivo. Significa sinuoso, curvo, rodeador, volteado. NEMA é escrito com um til sobre a primeira consoante. Como em português só conhecemos o til sobre a vogal, não é possível grafar exatamente. Pronuncia-se NHEMA. Panema é, pois, caminho cheio de curvas, estrada sinuosa. Foi esta imagem que obrigou o índio a dar ao rio Panema o nome Panema.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em Tupi, o mesmo vocábulo “Panema” serve para Upanema e Ipanema, ambos rios maus.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Dessa forma, o tradicional Panema recebe seus inalienáveis direitos de ser Rio das Curvas ou caminho de voltas em vez do injustíssimo Rio Imprestável.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Fonte: CASCUDO, Luis da Câmara &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34269767-115880153357369206?l=historiadeupanema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historiadeupanema.blogspot.com/feeds/115880153357369206/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34269767&amp;postID=115880153357369206' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34269767/posts/default/115880153357369206'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34269767/posts/default/115880153357369206'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiadeupanema.blogspot.com/2006/09/upanema-rio.html' title='UPANEMA - RIO'/><author><name>Silva Júnior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06684499701887533055</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_RGYqBF_iX5w/SJ24uPEnHPI/AAAAAAAAEa8/7-IRtDG5fd4/s1600-R/zoomer.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34269767.post-115840213373247050</id><published>2006-09-16T03:17:00.000-07:00</published><updated>2006-09-16T03:22:13.733-07:00</updated><title type='text'>BANDEIRA MUNICIPAL</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1934/3574/1600/bandeira%20de%20upanema.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1934/3574/400/bandeira%20de%20upanema.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Cor branca, significando o algodão economia máxima do município, sendo cortada horizontalmente por uma faixa verde significando a flora da região. No centro um brasão d’armas do município sendo divididos em duas partes superiores de maior tamanho, onde estão inseridas na parte direita uma árvore e nela a cruz simbolizando a 1ª missa rezada nesta localidade. Ao lado esquerdo um Brasão de cor vermelha e nele lembrando a colonização. Em cima deste Brasão uma fortaleza simbolizando sua padroeira, Nossa Senhora da Conceição. Do lado esquerdo, um capucho de algodão simbolizando o município de Upanema. Abaixo do Brasão D’armas uma faixa onde está inscrito Upanema.&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;Fonte desconhecida&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34269767-115840213373247050?l=historiadeupanema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historiadeupanema.blogspot.com/feeds/115840213373247050/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34269767&amp;postID=115840213373247050' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34269767/posts/default/115840213373247050'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34269767/posts/default/115840213373247050'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiadeupanema.blogspot.com/2006/09/bandeira-municipal.html' title='BANDEIRA MUNICIPAL'/><author><name>Silva Júnior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06684499701887533055</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_RGYqBF_iX5w/SJ24uPEnHPI/AAAAAAAAEa8/7-IRtDG5fd4/s1600-R/zoomer.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34269767.post-115840170727559134</id><published>2006-09-16T03:10:00.000-07:00</published><updated>2006-09-16T03:15:07.296-07:00</updated><title type='text'>SITUAÇÃO POLÍTICA</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O município de Upanema foi criado pela lei estadual nº 874, iniciativa do Deputado Antonio Rodrigues de Carvalho, a 16 de setembro de 1953, quando contava com 5189 habitantes. Até então, Upanema era distrito de Augusto Severo que tinha como prefeito o Sr. Tito Jácome.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34269767-115840170727559134?l=historiadeupanema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historiadeupanema.blogspot.com/feeds/115840170727559134/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34269767&amp;postID=115840170727559134' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34269767/posts/default/115840170727559134'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34269767/posts/default/115840170727559134'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiadeupanema.blogspot.com/2006/09/situao-poltica.html' title='SITUAÇÃO POLÍTICA'/><author><name>Silva Júnior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06684499701887533055</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_RGYqBF_iX5w/SJ24uPEnHPI/AAAAAAAAEa8/7-IRtDG5fd4/s1600-R/zoomer.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34269767.post-115832859943064848</id><published>2006-09-15T06:54:00.000-07:00</published><updated>2006-09-15T06:56:39.436-07:00</updated><title type='text'>Padre Adelino, Upanema e sua cacimba em Noronha.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Augusto Maranhão, pesquisador. Publicado no Jornal Tribuna do Norte da capital do Estado no dia 20 de fevereiro de 2000.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por volta de 1867, em um local conhecido como “Curral da Várzea”, perto do então município do Triunfo, hoje Campo Grande, o padre Francisco Adelino de Brito Dantas começou a construção de um povoado em terras doadas por fazendeiros da região. Por ter um bom clima úmido e terras férteis, esse povoamento logo atraiu a chegada de algumas famílias para fixar residência. Em seguida veio a construção da capela que foi erguida em homenagem a Nossa Senhora da Conceição e de uma rua que teve o nome de “Rua da Palha” por serem suas moradias cobertas com as palhas de carnaúbas. Assim, o povoado crescia e já tinha contornos de vila quando recebeu sua primeira escola e o nome de “Conceição de Upanema” por sugestão do próprio padre Adelino. O nome Upanema vê do rio que fica próximo e significa na linguagem dos índios, antigos habitantes da região, “água sem peixe”. A cidade hoje de Upanema foi desmembrada do município de Campo Grande em 16 de setembro de 1953 e deve ao destemido padre Adelino a sua criação.&lt;br /&gt;O padre Francisco Adelino de Brito Dantas era filho do Tenente Félix José Dantas e de dona Maria Honorata e nasceu em 1825 para alguns historiadores e para outros em 1828 em Campo Grande. Sua família era enorme e tradicionalista em todos os municípios vizinhos. No dizer do mestre Cascudo, ele era falante, tinha uma força incomum e montava cavalo como ninguém, além de ser ágil como um maracajá. Porém seu destino não seria de ser fazendeiro ou militar como o pai. A igreja seria seu objetivo e assim foi nomeado padre em 23 de maio de 1851.&lt;br /&gt;Já sacerdote e após fundar o município de Upanema, ele viajou para a cidade do Recife em 1870 e foi ensinar latim e francês por aquelas bandas. Na capital pernambucana o padre Adelino tomou conhecimento que o presídio de Fernando de Noronha estava com uma vaga de capelão em aberto. Ninguém gostava de ir trabalhar naquele canto isolado do oceano atlântico, principalmente por ser lá uma colônia correcional. Ele solicitou a vaga e foi nomeado pelo Conselheiro João Alfredo, a pedido do Bispo, como o novo capelão de Fernando de Noronha. Desde seu descobrimento em 1503 por Américo Vespúcio, a ilha de Fernando de Noronha sempre teve como principal problema o abastecimento de água. O padre Adelino já em plena atividade de Capelão do presídio de Fernando de Noronha e com profundo conhecimento das estiagens dos sertões potiguares, resolveu procurar o bom lugar para conseguir água e matar a sede da ilha, pois naquela época só existiam a cacimba do Atalaia, o açude do Gato e o da Horta, os quais estavam em situações de muita precariedade.&lt;br /&gt;O padre Adelino, em 1888, recrutou alguns sentenciados e foi cavar perto da praia do Morro Dois Irmãos. Ali próximo também estava a capelinha da Conceição para sua reza e proteção. Os trabalhos logo começaram para se achar o precioso liquido e, aos catorze metros de profundidade, ele encontra a nascente de água potável e o “tesouro” encontrado é tido como um verdadeiro milagre, pois as águas existentes em Fernando de Noronha eram salobras e de temporadas. Ali a cacimba cavada pelo padre norte-rio-grandense Adelino e seus presos era o fim dos suplícios para os noronhenses. O aspecto cristalino da água achada era fascinante e pura, onde quase sempre era reservada aos doentes que nela depositavam suas curas. O nosso conterrâneo não viveria o suficiente para ver que sua descoberta traria vida abundante para os ilhéus por longos anos. Ele adoeceu gravemente em Fernando de Noronha e pediu dispensa do posto de Capelão do presídio e voltou para Recife e depois para a sua querida Campo Grande no oeste potiguar, onde veio a falecer em 18 de agosto de 1893.&lt;br /&gt;O padre Adelino não batizou sua cacimba, mas o bom povo de Fernando de Noronha o eternizou como uma consagração natural e denominou a fonte de “Cacimba do Padre”, uma homenagem ao grande homem e sacerdote que ele foi. A água da cacimba do padre durante a segunda Guerra Mundial foi o ponto determinante de abastecimento de toda tropa que serviu no Trigésimo Batalhão de Caçadores, o conhecido “Trinta”. Apesar de terem os americanos instalados dois dessalinizadores em Fernando de Noronha, só a boa água da cacimba do Padre aliviava a sede deles. Existe ainda uma lenda noronhense de que quem sua água bebesse jamais sairia de lá e que o padre Adelino em noite de luar caminha por aquelas bandas de beleza impar protestando contra o abandono do lugar.O nosso padre Francisco Adelino de Brito Dantas, fundador da cidade de Upanema e descobridor da água pura de sua cacimba em Fernando de Noronha, é um exemplo de perfil a ser reverenciado e lembrado em nossos quatrocentos anos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34269767-115832859943064848?l=historiadeupanema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historiadeupanema.blogspot.com/feeds/115832859943064848/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34269767&amp;postID=115832859943064848' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34269767/posts/default/115832859943064848'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34269767/posts/default/115832859943064848'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiadeupanema.blogspot.com/2006/09/padre-adelino-upanema-e-sua-cacimba-em.html' title='Padre Adelino, Upanema e sua cacimba em Noronha.'/><author><name>Silva Júnior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06684499701887533055</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_RGYqBF_iX5w/SJ24uPEnHPI/AAAAAAAAEa8/7-IRtDG5fd4/s1600-R/zoomer.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34269767.post-115832840194997142</id><published>2006-09-15T06:52:00.000-07:00</published><updated>2006-09-15T06:53:21.953-07:00</updated><title type='text'>SÍTIOS ARQUEOLÓGICOS EM UPANEMA</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O município de Upanema possui dois sítios arqueológicos catalogados pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Arqueológico Nacional) como também pelo NEA (Núcleo de Estudos Arqueológicos) da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte – UERN. São os sítios de Umarí e do Riacho Fundo.No sítio de Umarí foram encontradas gravuras rupestres na “Pedra do Sino” (tem esse nome devido ao som que é emitido ao se bater nela com algum objeto), sendo difícil à identificação de suas figuras isto por que esse local está sendo alvo de “vândalos”, ou seja, pessoas que a visitá-lo, não resistem e deixam seus nomes gravados na pedra, o que se constitui um verdadeiro crime contra o nosso patrimônio histórico e sendo este um dos fatores que estão contribuindo para o desaparecimento dessas pinturas.Em relação ao outro sítio arqueológico, o do Riacho Fundo, as pinturas se encontram, de certa forma, protegidas pela própria natureza visto que o local é de difícil acesso, mas ainda sim exposto à decomposição por fatores naturais como sol, chuva e etc. As pinturas estão localizadas no chamado “Serrotão” (uma formação rochosa com erca de 100 metros de altura no meio da caatinga). Essas gravuras são bem legíveis, destacando-se uma espécie de barco, figuras humanas e também de animais além de muitos símbolos não identificáveis.Esses sítios arqueológicos demonstram um pouco do potencial turístico de nossa cidade. Pode-se, facilmente, fazer de Upanema um ponto turístico da região, como acontece em outras cidades. Quem já não ouviu falar do Lajedo de Soledade em Apodi? A pergunta correta seria: o que é preciso fazer para nos igualarmos a eles? Quantos empregos não gerariam? Quantos benefícios? O que nos falta? &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34269767-115832840194997142?l=historiadeupanema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historiadeupanema.blogspot.com/feeds/115832840194997142/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34269767&amp;postID=115832840194997142' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34269767/posts/default/115832840194997142'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34269767/posts/default/115832840194997142'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiadeupanema.blogspot.com/2006/09/stios-arqueolgicos-em-upanema.html' title='SÍTIOS ARQUEOLÓGICOS EM UPANEMA'/><author><name>Silva Júnior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06684499701887533055</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_RGYqBF_iX5w/SJ24uPEnHPI/AAAAAAAAEa8/7-IRtDG5fd4/s1600-R/zoomer.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34269767.post-115832803737783003</id><published>2006-09-15T06:46:00.000-07:00</published><updated>2006-09-15T06:47:17.376-07:00</updated><title type='text'>O MISTÉRIO DA CACIMBA DO PADRE</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt; Conta-se que o padre aparece nas proximidades da cacimba, junto à Praia da Quixaba, montado numa mula branca, sem cabeça. A lenda remonta a 1888, época em que o Pe. Francisco Adelino de Brito Dantas descobriu a fonte de água potável, que o imortalizou e onde habitou até morrer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há ainda a lenda da Cacimba do Padre. No século XIX, o capelão do presídio de Fernando de Noronha, padre Francisco Adelino de Brito Dantas descobriu a fonte da melhor água potável da ilha. A fonte foi usada durante muitos anos e depois esquecida entre as ruídas da suposta da casa onde teria vivido o religioso, próxima a uma praia de areias brancas. Conta-nos Marieta Borges que , "à noite, o reverendo aparece no lugar, montado numa mula-branca como a neve, chegando até a beira da cacimba, como a vigiá-la. Na tradição popular, quem bebe a sua água jamais esquece Noronha e volta, um dia, à ilha", arremata a escritora.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34269767-115832803737783003?l=historiadeupanema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historiadeupanema.blogspot.com/feeds/115832803737783003/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34269767&amp;postID=115832803737783003' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34269767/posts/default/115832803737783003'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34269767/posts/default/115832803737783003'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiadeupanema.blogspot.com/2006/09/o-mistrio-da-cacimba-do-padre.html' title='O MISTÉRIO DA CACIMBA DO PADRE'/><author><name>Silva Júnior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06684499701887533055</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_RGYqBF_iX5w/SJ24uPEnHPI/AAAAAAAAEa8/7-IRtDG5fd4/s1600-R/zoomer.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34269767.post-115832799244397257</id><published>2006-09-15T06:45:00.000-07:00</published><updated>2006-09-15T06:46:32.446-07:00</updated><title type='text'>O FUNDADOR DA VILA DO UPANEMA</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O Padre Francisco Adelino de Brito Dantas nasceu em Campo Grande (Augusto Severo), em 1825, segundo uns e 1828, segundo outros. Ordenou-se sacerdote em 1851. Veio a falecer na Vila do Triunfo, o segundo nome de Campo Grande, a 18 de agosto de 1883.&lt;br /&gt;Se houvesse neste mundo homem falado e famoso em Campo Grande seria tanto quanto o padre Adelino. Tinha força hercúlea, montava como uma Marialva. Raramente, usava estribo. Saltava na sela. Para descer, era um pulo. Ágil como um Maracajá, contavam façanhas incríveis de suas habilidades. Mas não era essa a sua atividade normal. Latinista de escol ensinou no Recife, deixando nomeada. O conselheiro João Alfredo o fez capelão em Fernando de Noronha. Padre Adelino, saudoso das águas frescas do seu sertão, tanto rebuscou a ilha que deparou uma nascente. Com vários sentenciados, ele mesmo, de enxadão no punho e chapéu de palha de carnaúba, cavou, fez paredes e doou aos sedentos a melhor água da ilha presidiária. Água de excelente sabor informa Mario Melo que a saboreou (“Arquipélago de Fernando de Noronha”, p. 10). Olavo Dantas da um depoimento entusiástico: -Essa cacimba fornece a melhor água da ilha (“Sob o céu dos Trópicos”, p. 62). Chamam-na a Cacimba do padre. Quando vivia em Campo Grande, foi Capelão dedicado. Em 1867, rodeado de amigos, decidiu fundar a povoação de Conceição do Panema, a trinta quilômetros da cidade-sede. Erigiu a capela. Cantou a missa. A povoação cresceu, vingou, desdobrou-se. É a vila do Upanema. Tem Escolas Reunidas (“Comandante Veras”), correio e constitui núcleo de população densa.&lt;br /&gt;Não é uma tradição oral.o Mons. Francisco Severiano informa, no seu “Diocese da Parahyba” (p. 112-13): -“Esta povoação (povoação da Rua da Palha ou Panema) teve princípio em 1867, pó iniciativa do ver. Padre Francisco Adelino de Brito Dantas, natural do mesmo Estado, ordenado presbítero a 23 de maio de 1851 e falecido em 1893”.&lt;br /&gt;O padre Adelino era filho do tenente Félix José Dantas, casado com sua sobrinha Francisca Xavier de Lira, e enviuvando, convolou novas núpcias com outra sobrinha. Dona Maria Honorata, viúva do Dr. João Valentino Dantas Pinagé, e irmão do Barão do Açu.&lt;br /&gt;O padre Adelino é do primeiro matrimonio. Sua família, enorme e tradicionalíssima nos municípios vizinhos está cheia de episódios curiosos, merecedores de divulgação e fama.&lt;br /&gt;Há dias, examinando o mapa do distrito de Upanema, verifiquei que o padre Adelino, fundador da Vila, não tem seu nome em parte alguma. Sacerdote, professor de latim, orador, foi preterido do apadrinhamento das Escolas Reunidas, pelo comandante Veras, homem digno e prestigioso, mas figura de realce político, égide do Partido Liberal. Nem mesmo uma praça se honra com o nome de quem determinou aquela vila, reuniu aquele povo, construiu a capela e deu a primeira benção, sob o céu maravilhoso.Não se diga que aos meus patrícios de Augusto Severo falta memória. Sua Santidade Pio XII tem uma praça, ao redor da igreja, com seu nome venerando. Faço o meu apelo ao Sr. Prefeito Municipal de Augusto Severo para que salde uma parte da dívida, dando o nome do padre Adelino a uma praça bonita em Upanema. A Praça do Fundador. Já é um titulo que dispensa justificação. Sem ele, o santo padre não teria a praça. Nem haveria tema para que escrevesse eu essa solicitação ao moço Prefeito do velho município ilustre...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;FONTE: Luis da Câmara Cascudo&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34269767-115832799244397257?l=historiadeupanema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historiadeupanema.blogspot.com/feeds/115832799244397257/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34269767&amp;postID=115832799244397257' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34269767/posts/default/115832799244397257'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34269767/posts/default/115832799244397257'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiadeupanema.blogspot.com/2006/09/o-fundador-da-vila-do-upanema.html' title='O FUNDADOR DA VILA DO UPANEMA'/><author><name>Silva Júnior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06684499701887533055</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_RGYqBF_iX5w/SJ24uPEnHPI/AAAAAAAAEa8/7-IRtDG5fd4/s1600-R/zoomer.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34269767.post-115832790171671532</id><published>2006-09-15T06:42:00.000-07:00</published><updated>2006-09-15T06:45:01.726-07:00</updated><title type='text'>NOMES DA TERRA</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Padre Adelino (1828-1893)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Era um dos melhores cavaleiros de seu tempo, famoso na firmeza do pulso e segurança da perna para os cavalos mais árdegos. Promoveu grandes vaquejadas que fizeram fama. Fora capelão do presídio de Fernando de Noronha onde fizera cavar a melhor fonte d’água de beber, ainda hoje conhecida como Cacimba do padre. Diziam-no bom orador e latinista. Faleceu na vila do Triunfo, segundo nome do futuro Augusto Severo, deixando recordações do seu trato amável e virtudes de convivência. Conceição de upanema foi distrito de Augusto Severo em 1938.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1867, o padre Francisco Adelino de Brito Dantas, então residente na Vila de Campo Grande, onde nascera, agradou-se da Rua da Palha, animando e dirigindo a construção de uma capela a Nossa Senhora da Conceição, e realizando assistência religiosa, motivo de maior afluência para o crescente arruado. O padre Adelino mudou o nome de Rua da Palha para conceição de Upanema, comumente dito Panema. Os Pêgas eram Cariris...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fonte: CASCUDO, Luis da Câmara. Nomes da Terra. 1ª edição. Fundação José Augusto. 1968.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34269767-115832790171671532?l=historiadeupanema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historiadeupanema.blogspot.com/feeds/115832790171671532/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34269767&amp;postID=115832790171671532' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34269767/posts/default/115832790171671532'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34269767/posts/default/115832790171671532'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiadeupanema.blogspot.com/2006/09/nomes-da-terra.html' title='NOMES DA TERRA'/><author><name>Silva Júnior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06684499701887533055</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_RGYqBF_iX5w/SJ24uPEnHPI/AAAAAAAAEa8/7-IRtDG5fd4/s1600-R/zoomer.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34269767.post-115808106039539307</id><published>2006-09-12T10:06:00.000-07:00</published><updated>2006-09-12T10:11:00.416-07:00</updated><title type='text'>A “CACIMBA DO PADRE” EM FERNANDO DE NORONHA</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;LUÌS DA CÂMARA CASCUDO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A “CACIMBA DO PADRE” EM&lt;br /&gt;FERNANDO DE NORONHA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apresentação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1888, chegava à ilha de Fernando de Noronha o padre FRANCISCO ADELINO DE BRITO DANTAS, natural do Campo Grande, ribeira do Upanema, província do Rio Grande do Norte. O reverendo padre fora assumir a capelania daquela ilha, designado pelo bispo de Olinda Recife.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O padre Francisco Adelino, legítimo homem do sertão Nordestino, pertencia a duas famílias tradicionais da nossa província: era ele neto de Manuel Antonio Dantas Correia e bisneto do coronel de ordenanças Caetano Dantas Correia, tronco dos Dantas seridoenses; e também neto de Manuel da Anunciação e Lira, patriarca da família Brito Guerra, da fazenda Jatobá, em Campo Grande. O padre Francisco Adelino era sobrinho, pela linha materna, do padre Francisco de Brito Guerra, vigário-colado do Caicó e senador vitalício do Império.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O acariense Manuel Antonio Dantas Correia, avô paterno de Francisco Adelino, deixou um manuscrito para a posteridade, descrevendo a operosidade engenhosidade dos moradores da ribeira do Acauã, no Acari, com vistas vencer os efeitos causados pelas secas. Tal relatório foi incluído pelo doutor Plelippe Guerra, em seu livro “Seccas contra a secca”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Na convivência com a vida do campo, o jovem Francisco Adelino aprendera com os seus familiares a conhecer intimamente a terra sertaneja. A sobrevivência do sertanejo dependia de um conhecimento profundo da natureza, sem o qual poderia ele ser vencido pela agressividade do semi-árido nordestino.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Chegado à ilha de Fernando de Noronha, como dissemos, o padre Francisco Adelino preocupou-se com a situação em que se encontravam os habitantes dali (em sua maioria presos condenados pela justiça), em virtude de não existir naquela ilha nenhum manancial d’água potável, de boa qualidade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Movido pela natural curiosidade de conhecer o território sob a sua responsabilidade pastoral, o padre Francisco Adelino adotou o hábito de realizar longos passeios pela ilha, até que um dia encontrou um trecho de terreno Sambaquixaba. Pareceu ao sacerdote, que ali poderia existir um manancial subterrâneo de água. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Conseguindo o auxilio de alguns presidiários, fornecido pela Administração da ilha, o revelando supervisionou os trabalhos de escavação do solo, em procura do lençol freático, que ele, com sua experiência de homem do sertão, achou possível ali existir.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Por vezes, o padre não se continha: de chapéu a cabeça e enxada na mão, ele se confundia com os trabalhadores, colaborando árduo trabalho de escavação. Finalmente, quando o posso já atingia a profundidade de quatorze metros, surgiu a tão esperada presença de água. O liquido, conforme ficou logo constatado, era de primeira qualidade, o que causou uma generalizada satisfação entre os moradores daquela ilha. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Como é natural, “batizaram” a descoberta com o nome de CACIMBA DO PADRE, ainda hoje existente em Fernando de Noronha.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O escritor Luis da Câmara Cascuda, em uma de suas Actas Diurnas, publicou no jornal A REPÚBLICA ( edição de 11 de outubro de 1939), o artigo intitulado “A Cacimba do Padre em Fernando de Noronha”, ora transcrito neste opúsculo, o qual permitirá ao leitor da atualidade tomar conhecimento da atuação do Pe. Francisco Adelino de Brito Dantas naquele Arquipélago.&lt;br /&gt;Olavo de Medeiros Filho&lt;br /&gt;29.07.96&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A “CACIMBA DO PADRE” EM FERNANDO DE NORONHA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem visita Fernando de Noronha alude à CACIMBA DO PADRE como a melhor água existente na ilha. Tem 14 metros de profundidade e abastece toda vila, água de excelente sabor, informa Mário Melo (“Arquipélago de Fernando de Noronha “, p. 10 ) Olavo Dantas, no seu ótimo livro “Sob o Céu dos Trópicos” (p. 62 ) entra em detalhes: - Há em Fernando um poço – ou cacimba, como lá se denomina – que é conhecido por cacimba do Padre. Essa cacimba, que fornece a melhor água da ilha, fica situada no meio de um formoso bosque, que é um verdadeiro remanso virgiliano. E ainda: -Diz a lenda que o padre que há muitos anos fez cavar o poço, é visto de vez em quando a passear nas imediações da cacimba, talvez saudoso daquele ambiente de beleza e paz. (idem p. 63 ). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Poucos sabem que esse Padre era norte-rio-grandense e fundador de uma povoação em sua província. Chamava-se Francisco Adelino de Brito Dantas e nascera em Campo Grande no ano de 1825. Ordenou-se sacerdote a 23 de maio de 1851. Homem inteligente, curioso, em constante preocupação de movimento e de construções, em janeiro de 1867, ajudado pelos pequenos agricultores da ribeira do Upanema (ou Panema ) erigiu a Capela de Nossa Senhora da Conceição numa várzea deliciosa, à trinta quilômetros de Campo Grande determinante de uma futura fixação humana. Deram o nome de Rua da Palha embora o Padre Adelino tivesse denominado Conceição de Panema. Hoje é Vila de crescente renome, com escolas-reunidas (“Comandante Veras”) e oficialmente “Upanema “. O Padre Adelino como um velho semeador de cidades, deixou pegada definitiva na geografia política de sua terra.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em meiados de 1870 viajou o Padre Adelino para Recife onde ficou residindo. Ai ensinava latim e francês. Vagando a capelania do presídio de Fernando de Noronha, o Padre candidatou-se. Era uma função pouco apetecida pelos seus companheiros de batina. Por algum tempo o preenchimento se fazia por sorte. Os padres não amavam aquela penitência terrível, numa pedra perdida no meio do mar. O Bispo, vendo a constante ausência de voluntários, recorria ao processo do acaso e o sorteado viajava como quem marcha para um sacrifício. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O Padre Adelino solicitou o lugar e o Bispo nomeiou-o imediatamente. Em Fernando de Noronha, o novo Capelão mandou erguer uma grande casa de taipa e percorria seus domínios detalhadamente, com aquele mesmo cuidado com que examinava os recantos do sertão norte-rio-grandense. A falta d’água na ilha era a primeira calamidade. Havia a cacimba de Atalaia, a cacimba da Biboca e a fonte do Mulungú, esta de água salobra mas aconselhada para as moléstias do fígado. Água boa, clara, leve, saborosa, só quando descia das nuvens, nos dias de chuva.     &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Padre Adelino tanto andou, tanto revirou, tanto olhou, que descobriu um veio d’água deliciosa. Mandou cavar quatorze metros numa vertical teimosa. Assistia o trabalho e ajudava, de enxada na mão, chapéu de palha á cabeça, animando a turma de sentenciados, escolhida para aquela obra de misericórdia. Em princípios de 1888 a cacimba a cacimba ficou pronta. Era, e continua sendo a melhor água da ilha. Não a batizou, mas os moradores e presidiários, numa consagração espontânea, começaram citando a fonte como a cacimba do padre. E ficou cacimba do padre, há mais de meio século. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Adoecendo gravemente, o padre-capelão obteve dispensa e voltou a Recife. Não melhorando, despediu-se dos amigos e regressou ao pequeno cantinho onde vivera. Campo Grande era vila do Triunfo. Em 18 de Agosto de 1893 faleceu padre Francisco Adelino de Brito Dantas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não deixou, de sua conhecida inteligência e saber, documentos expressivos. Ligou sua atividade a dois episódios simbólicos em sua vida de padre. Fundou uma povoação e descobriu uma fonte...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jornal A REPÚBLICA, 11/10/1939&lt;br /&gt;(Arquivo do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34269767-115808106039539307?l=historiadeupanema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historiadeupanema.blogspot.com/feeds/115808106039539307/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34269767&amp;postID=115808106039539307' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34269767/posts/default/115808106039539307'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34269767/posts/default/115808106039539307'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiadeupanema.blogspot.com/2006/09/cacimba-do-padre-em-fernando-de.html' title='A “CACIMBA DO PADRE” EM FERNANDO DE NORONHA'/><author><name>Silva Júnior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06684499701887533055</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_RGYqBF_iX5w/SJ24uPEnHPI/AAAAAAAAEa8/7-IRtDG5fd4/s1600-R/zoomer.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34269767.post-115806495133757264</id><published>2006-09-12T05:39:00.000-07:00</published><updated>2006-09-12T05:42:31.336-07:00</updated><title type='text'>NOSSA VIDA NOSSA HISTÓRIA</title><content type='html'>Olá pessoal!!&lt;br /&gt;Este blog terá como objetivo principal, registrar a história de nossa Upanema para que todos tenham a oportunidade de conhecê-la melhor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34269767-115806495133757264?l=historiadeupanema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historiadeupanema.blogspot.com/feeds/115806495133757264/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34269767&amp;postID=115806495133757264' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34269767/posts/default/115806495133757264'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34269767/posts/default/115806495133757264'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiadeupanema.blogspot.com/2006/09/nossa-vida-nossa-histria.html' title='NOSSA VIDA NOSSA HISTÓRIA'/><author><name>Silva Júnior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06684499701887533055</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_RGYqBF_iX5w/SJ24uPEnHPI/AAAAAAAAEa8/7-IRtDG5fd4/s1600-R/zoomer.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
